Uma forma de Presença sobre a vida do nosso dia-a-dia e as ocorrências gerais de Almeirim, do Ribatejo e das posições culturais políticas e económicas do país. Livros e leituras, gente e comentários, numa forma de ser e de conhecer.
quarta-feira, junho 16, 2010
As Vuvuzelas! A Novidade!
Esta não lembrava a ninguém! A utilização das cornetas de plástico sul-africanas traz-nos uma novidade! O futebol é um espectáculo. Podemos ver e ouvir. Ver o jogo, os espectadores, as movimentações individuais e colectivas. Mas podemos igualmente ouvir. Esta é uma das partes importantes dos jogos. Transmitidos pela televisão, ao espectador, defronte do seu aparelho, resta a movimentação e o ruído envolvente. Hoje o jogo não é apenas destinado aos espectadores nos estádios. Ele é muito mais do que isso. Pode ser visto por centenas de milhar, por milhões de espectadores.
Há que ter em conta que as Televisões transportam a imagem em directo.
Agora estarmos a ver e a ouvir, não o jogo e os seus ruídos, mas uma parafernália indiscritível de sons que nada têm a ver com o futebol? Isso é que não lembrava ao diabo.
segunda-feira, junho 14, 2010
Formas de Olhar a Escola!
É claro que não estou a pensar na forma geométrica! Talvez nem na forma ideal. Esta que sei que é difícil de existir.
A questão prende-se com a perspectiva do olhar do observador e do posicionamento cultural e interventivo que essa posição transporta.
Estamos a verificar continuamente a problemática reivindicativa dos profissionais da educação: os professores. Diariamente aparecem-nos novas "formas de luta", novas que parecem o continuar do que já existiu, talvez fosse melhor falar de novas-velhas.
A redução do número de alunos por turma, "se bem me lembro" já se discutia há mais de 20 anos. Estive nisso.
É uma medida que não faz sentido. A não ser que se queira ter menos trabalho. O que importa e constitui assunto de abordagem imediata, é a questão da disciplina, da organização do trabalho e da participação dos agentes externos, leia-se pais, encarregados de educação e entidades. Mas tudo isso está no chamado Conselho Geral, agora em funções com a nova lei da gestão escolar.
Então o que se passa? Parece-me que o problema continua a estar no mesmo: a forma de olhar e ver a Escola. Os professores veem a Escola de dentro. Entraram, fecharam as portas e pronto. As entidades externas olham e veem a Escola de fora: O que se passa lá dentro? Como estão a funcionar? Que respostas estão a ser dadas?
A existência do chamado Conselho Geral pode e deve ser a resposta a esta dicotomia visual! Pode ou podia. Mas não está a ser. Pelo menos nos lugares que conheço mais de perto
É pena. Frase interessante!
terça-feira, junho 08, 2010
Coisas de hoje e de ontem
Já não tenho lá os passarocos. Afinal eram três, os filhotes. Voaram. Adeus e até à próxima. O que é curioso é que no princípio contei dois. Eram os que estavam à vista!
Moral da estória: não devemos confiar em tudo o que parece e estamos a ver.
Agora lá por fora. Aí, onde há outra gente e mais países, a situação é igual à nossa. Cortes, reduções, diminuições. Sector do Estado em decomposição.
Agora a Inglaterra, a Alemanha e mais virão.
O que sabem os nossos políticos? Seria lícito que acreditássemos que sabem mais que nós. Mas não. As propostas e criticas da Oposição, admiram-me. Se estamos em condições de fornecer o que dizem que se pode, porque não assumem e passam a governar? É o meu conselho. Façam o favor de se juntar e criar um governo para nos trazer o que dizem que este não faz. Ao Poder, já!
Brincalhões irresponsáveis!
terça-feira, junho 01, 2010
Ataque pirata no Mar Mediterrâneo!
Este era um grito comum nos alvores da civilização mediterrânica! Continuou até ao Século XVIII. Por isso as forças portuguesas de D. João I tomaram Ceuta. Patrulharam as águas de Gibraltar. O mesmo fizeram os espanhóis, franceses italianos e ingleses.
Agora temos nova versão. Ataque de um Estado, com as suas forças especiais. A barcos com ajuda Humanitária. Só este nome nos faz sentir horrorizados.
E isto para a célebre Faixa de Gaza. Mais de dois milhões de pessoas estão de bloqueio. Não podem receber ajuda de ninguém. Bonito.
Ataca-se o Sudão. Ataca-se o Iraque. Que morra o Amadinejade do Irão! E isto?
Já se sabe. Vai intensificar-se a guerra no Afeganistão. Os ataques no Paquistão e Iraque vão crescer. Não estamos livres de novos rebentamentos nas nossas terras. E tudo porquê?
Hoje o Mundo é Global. Em português há um ditado que diz: Cá se fazem, cá se pagam!
Não há dúvida que o problema com as populações e países islâmicos está centrado na questão Palestiniana. Aí impera o horror e a prepotência. Expulsar para se ficar com mais teritório é a moda.
Não há bons ventos daquela marca. Aliás, nunca houve.
Ter um Ninho
domingo, maio 16, 2010
Mirandela - Mais uma!
A situação da professora que aparece na Playboy é de se ter em conta! O presidente da Câmara e a vereadora da educação do sítio proferiram a sua sentença: não seria contratada. Isto de aparecer numa revista masculina não é para professoras.
Foi transferida, ficaria sem colocação. Hoje o que dizem é diferente. Não senhor! Foi mudada para a Biblioteca a seu pedido. Não senhor! Se concorresse e tivesse a mesma classificação ficaria colocada!
Tudo bem a não ser que houve grandes protestos pelas declarações dos "estimados autarcas". Isto de respeitar os outros e de se considerar as coisas normais da vida, não é para todos.
Há muto moralismo por aí. Temos que ser éticos e considerar as liberdades de cada um.
sexta-feira, maio 14, 2010
O rancor saíu à rua!!
Também li o seguinte: " o adepto do Sport Lisboa e Benfica espancado em Braga, morreu dos ferimentos recebidos".
Não posso aceitar isto.
Os energúmenos que sairam à rua, não esconderam o seu rancor pelo que não conseguiram alcançar.
Esta gente tem que ser condenada!
Não se pode funcionar com uma justiça que só age quando lhe apetece!
Ouvi,e vi, na altura, o que disseram na rua.
Ponham bandeiras negras nessa terra! Pintem a cara de preto e sigam para Fátima a pé e de costas!
Penso, logo estou atónito!
As notícias, sempre elas, chegaram. Não vieram num pombo-correio! Isso já não se usa. Nem de balão, ou, mais rápidas de avião!
Isto é linguagem antiga. Mas eu penso.
As agências noticiosas, TVs e rádios, SMS e outras similares, lançaram a Boa Nova. Vamos ter mais medidas de austeridade! Já tinha previsto. Não me surpreenderam. Só que, e mais uma vez, apetece perguntar: então assim que se formou o novo Governo porque não aceitaram uma coligação e criaram um Governo paralelo na Assembleia da República?! Criticaram o que se fazia! Aprovaram despesas suspenderam pagamentos!
Vamos ter que pagar o que devemos. Isto é tão simples como a verdade de "La Palisse". Sabem o que é esta verdade? Bem, o que se conta é que, durante a 1.ª Guerra Mundial, nas trincheiras de França um capitão, messieur de La Palisse, que era muito estimado pelos seus soldados, foi atingido e morto.
Os soldados, para destacar o valor e a amizade que tinham para com ele, procuraram uma frase que o imortalizasse. Houve um que disse: o nosso capitão era um homem tão bom, que cinco minutos antes de morrer estava vivo.
E ficou.
quinta-feira, maio 13, 2010
Há tempos assim
Agora estamos todos em festa. Mesmo os que não são adeptos do "papado" sentem que há diferenças no ar.
A presença de Bento XVI no nosso país pode revelar alguma coisa de moderno. Já cá temos o Papa!
No entanto o que me parece de considerar é o seu discurso de modernidade e de franqueza. Há problemas graves no comportamento dos responsáveis da igreja católica. Denunciem-se e que sejam levados a julgamento. É o que sucede nas sociedades civis (não religiosas).
A necessidade de se travar o "consumismo" e de se adoptar uma forma de vida mais consciente com a nossa realidade e com a espiritualidade de cada um, são urgências constantes.
Há uma Europa - e nós fazemos parte dela - que se considera, desde há muito, como mais inteligente, poderosa e dominadora. Isso já era!
Mais do que evidenciar o aspecto religioso e confessional é necessário parar para pensar as coisas do nosso dia-a-dia.
segunda-feira, maio 10, 2010
Conhecer Joana Vasconcelos
quarta-feira, abril 28, 2010
Não era dificl perceber!?
Esta nossa situação não é agradável. Há tempos escrevi que estava preocupado. A razão era que, após o acto eleitoral para a Assembleia da República, o que se verificou foi o desenvolvimento de uma pura estratégia de ajuste de contas. E o país estava com graves problemas.
Mas de acordo com os nossos políticos o que interessava e era importante era culpar alguém. A figura do 1.º passou a estar em leilão. O Governar tornou-es uma tarefa de somenos importância.
Surgiram as alterações orçamentais aprovadas na Assembleia. Outro Governo surgiu. Mas aprovando para outros concretizarem. Tudo mau, senão péssimo.
Agora temos contestações exorbitantes. Paralisa-se o país. Os transportes, as estradas, a educação, a saúde. Todos querem mais e não há quem o possa dar!
As notícias sobre a nossa situação económica e financeira estão aí. Sãos os outros, os que querem proteger o que é seu que têm de gritar por juizo aos Zés da Patuleia.
Estava e continuo a estar preocupado.
Parece que o Verão está aí. Já não chove. Cultivam-se os campos. Muita couve e muito nabo.E mais outras coisas, já agora!?
sexta-feira, abril 16, 2010
Algumas novas de Ká!
Continua a chover. Como nasci numa região desértica, à beira-mar, não tenho nenhum sentimento especial para a permanente acção de cair água do céu, quero dizer: sentir os pingos de água resultantes das transformações atmosféricas. Ora bolas!
Este Inverno passado não deixa boas recordações. Agora a Primavera parece caminhar no mesmo sentido. Primeiro foi que a Terra, planeta, se aborreceu e vai daí estremece, abana-se, cospe e treme. As calamidades continuam. Agora temos o vulcão da Islândia. Já não bastava a perturbação que causaram os islandeses com a sua ruína financeira. E eram considerados como zona de bom risco. Riscaduras.
Aqui na nossa terra de Almeirim a chuva é agradecida pelos lavradores e fazendeiros. Ou, melhor, era. Acontece que a sua continuação alaga os campos e transforma-os em zonas dificeis para o trabalho mecânico. As sementes apodrecem.
É preciso semear para colher.
Tenho para mim que o trabalho agrícola deve ser estimulado e enriquecido. Ao menos somos produtores de alguma coisa mais!
Boa Prima Vera para todos.
quarta-feira, abril 07, 2010
Os Bandeireiros
Vi e não gostei. Aliás, fiquei estupefacto. Em Portugal, nação independente e soberana, há gente que passeia nas ruas da sua cidade bandeiras do país vizinho. Como se isso fosse uma forma de protesto. A democracia estabelece o direito dos cidadão partciparem activamente. De contestarem. Mas não creio que a apologia dos outros, da humilhação da Pátria, ou de qualquer outra forma de desidentificação nacional, sejam formas de protesto. Já perguntaram como está a saúde para as populações de Espanha? Já perguntaram porque é que se manteve durante tantos anos o número clausus a Medicina. A quem é que isso beneficiava?
Falar em Pátria e Nacionalidade é um direito democrático. Temos que defender o que é nosso e que, como diziam os nossos antepassados do Século XIV, tanto sangue custou a ganhar.
Bandeiras estrangeiras glorificadas no nosso País não são uma forma de protesto, são uma injúria.
quinta-feira, abril 01, 2010
Há casos a mais?!
O que ouvimos agora é sobre a morte de um jovem estudante de Lamego. Morreu em Espanha, caindo da janela do apartamento onde estava alojado, com os colegas, para umas férias de finalista do secundário.
Não posso crer. Uma festa é tragédia.
A juventude não tem limites. A deste tempo parece que conquistou o mundo. No entanto ainda está à porta dele. Há que os elucidar. Não conquistaram nada. As dificuldades que se deparam, no seu caminho de conquista, serão cada vez maiores.
Para essa conquista é necessário trabalho, sacrfício e sofrimento. Quem lhes disse que tudo são rosas?
As organizações e associações que se dedicam à juventude deviam ter um desempenho eficaz. Serem verdadeiras, exigirem comportamentos e esclarecimentos.
Eu, no ancoradoro, já não vejo coisa alguma!
quarta-feira, março 31, 2010
Doutores e cientistas!
Este género é curioso de se conhecer.
Depois da queda do regime do Estado Novo tornou-se mais fácil conseguir uma formação escolar e técnica. O número de cidadãos que conseguiram ascender à formação universitária aumentou.
Aqui podemos destacar o papel desempenhado e, ainda a desempenhar, pelas mulheres. Aconteceu assim que, por todo o país, se sentiu a importância desse aumento de formação e, com ele, as modificações que se registaram. Ora estar formado/a, "ser doutor/a ou engenheiro/a", não deve significar preponderância ou hegemonia de.
O conhecimento deve transportar consigo a humildade. O que sabemos pode ser partilhado num sentimento de igualdade.
Trazer para os meios pequenos e limitados a sua formação académica e, com ela, procurar a exaltação pessoal e a sobranceria sobre os outros é coisa que não me parece aceitável. Mas, infelizmente, isso verifica-se.
Todos sabemos um pouco de cada coisa. É como diz o povo: " Andei na Universidade da vida".
Discutir a violência Juvenil
Começa, de novo, a falar-se sobre a vilolência nas Escolas. Sabemos agora que, nos EUA, há oito jovens em situação de julgamento e condenação. Motivo: terem exercido, durante meses, uma violência contínua sobre uma jovem emigrante, irlandesa, na sua Escola. Esta, não suportando as agressões e humilhações, suicidou-se.
Acontecia tudo na escola. Já temos os nossos casos e já podemos dizer que não somos os únicos nem especiais.
Os tempos trazem sempre modificações de comportamentos, alterações de hábitos.
As normas de conduta do ser humano, que se diz ser eminentemente social, alteram-se. O que importa saber é se é possível controlar essas alterações e como o fazer.
Há comportamentos antisociais em todo o lado. Aliás, sempre os houve.
O que me parece é que falta a capacidade para se entender essas mudanças. Os lugares onde se juntam grandes grupos são, sempre, propícios a desvios. Há a hipótese de ocultação, de camuflagem dos actos, de compadrios e conivências doentias.
Uma primeira regra - que sempre existiu - controlar o que se passa e agir de imediato.
segunda-feira, março 22, 2010
Jovens deste tempo.
Está, de novo, aberto o tema da educação e formação dos jovens. Depois de longos períodos a discutir a situação profissional e salarial de professores, voltamos a ter o/a jovem na "mesa".
Em todos os tempos houve problemas com a educação/formação da juventude.
Sempre aque se registaram situações de alteração e mudança do curso das sociedades humanas, quando se mudavam pessoas e instituições, processos e métodos, ideologias e teorias, as coisas aconteceram.
A juventude não é mais do que aquilo que todos nós somos.
A sociedade actual tem uma característica de certo modo diferente das anteriores: os meios de comunicação adquiriram uma rapidez e uma interpenetração sociais que superam tudo o que já se registou. Mas, atenção, isto é o que nós hoje dizemos porque não vivemos as épocas mais conturbadas de antes do nosso tempo.
Está em foco a Escola. Já vem a estar há muito tempo. Se, para o nosso país, as situações começam a agudizer-se agora, para outros isso já aconteceu há muito.
Era bom que a ligação dos intervenientes na Educação fosse mais conseguida e mais coesa.
quarta-feira, março 17, 2010
Estas Notícias que temos
Já há dias que se ouviu: a França, Alemanha e Inglaterra protestaram junto do governo israelita. Motivo, os agentes da Mossad que assassinaram o lider do Hamas que estava no Dubai, tinham, cada um, um passaporte daqueles países. O que se diria se um país da União Europeia - talvez a Espanha - mandasse assassinar um opositor noutro país?
Agora é o governo dos EUA que apresentam o protesto pelas mais de mil casas que eles querem construir em Jerusalém.
Ali está uma autentica fábrica de talibans e terroristas.
No nosso Parlamento, depois de todas as audições, guerras e acusações, agora o que se diz é que se vai procurar saber das relações do estado com o negócio da TVI.
Lindo serviço. Acusações, ameaças, enfim um desfilar que incongruências, mudaram. Agora acordaram. O trabalho activo para o descrédito da actual legislatura não poderia estar mais claro.
Já não chove. O Sol procura aquecer-nos os dias. As andorinhas voam nos céus da cidade.
sábado, março 13, 2010
Novas de Ká!
Agora há a notícia de um suicídio praticado por um professor! Só faltava mais esta! As coisas da educação e da vida profissional ligada a esta actividade não estão fáceis. Há que se encontrar um caminho. Mas esse encontrar não é fácil. Já outros têm tentado. Veja-se os casos dos tiroteios escolares nos Estados Unidos, em França, na Inglaterra, Alemanha e até, pasme-se, na Finlândia.
As sociedades não estão a dar as respostas convenientes para os problemas que criam.
Agora estamos noutra. Chegaram as andorinhas.
Há dias que se notam nos céus da cidade. Creio que foi pelo dia 10. Estamos em Março, a Primavera está à porta.
É chegado o bom tempo, será?
Todos precisamos de uma acalmia. Este Inverno vai ficar na memória pelos inconvenientes e cataclismos que se verificaram.
Esperemos o Sol. A frescura dos dias primaveris. E a capacidade de suportar e de ser tolerante. Amem.
sexta-feira, março 05, 2010
Quando um Rio é educativo!
Pois, infelizmente, parece que é verdade. A notícia que vem de Mirandela é óbvia: as crianças não podem estar sozinhas!
Quando se escreve "sozinhas" há a intenção de dizer que temos que estar atentos e conversar diariamente com os nossos filhos. Ouvi-los. Escutar as suas reclamações. Dar-lhes "tempo de antena" é um direito inerente a ser criança.
A Escola, lugar de ensino-aprendizagem, tem que o ser em permanência. Estar atento ao dia-a-dia dos alunos, às suas conversas, às situações relacionais que estabelecem, são obrigações educativas.
Já há muito que se sabe: não se pode descurar a formação dos jovens. Não se deve esperar que eles apareçam junto dos educadores para revelar qualquer situação menos própria ou mais ameaçadora, sobre si próprios.
É necessário um acompanhamento e uma atenção que evitem situações de horror!
Uma criança de doze anos lança-se a um rio? Quando todas as crianças e até jovens receiam as águas turbulentas e furiosas em tempos de Inverno!?
O que não terá passado essa criança? Só agora é que se fala do que sofreu?
A formação e educação da juventude exige responsabilidades permanentes. Já não é mais possível estar só a cumprir horários ou estar presente. Há mais para fazer.
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